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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Vera Cruz

Situado no centro da cidade do Porto, a meio da rua de Cedofeita, o Vera Cruz abriu portas há menos de um mês. Apresenta uma combinação interessante de linhas modernas e utensílios rústicos que traz para os nossos dias toda a tradição do café, do chá e uma pitada de chocolate. Prima pela variedade de produtos disponibilizando cerca de 60 chás e outros tantos cafés simples, exóticos ou combinados com chocolate ou outros doces sabores.
Para não ter de sair de casa sempre que desejar um chá exótico ou um café especial, este estabelecimento vende o café em grão e as ervas para o chá!

(+) variedade de produtos.
(+) decoração.
(=) preço médio entre 1,5 e 2€.
(=) espaço para não fumadores.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Pherrugem

Localizado no coração da cidade do Porto, bem próximo da praça Carlos Alberto, este bar brinda-nos com um ambiente rústico mas descontraído. Uma decoração sombria e prepositadamente enpherrujada contrasta com um público ousado e bem disposto. Próprio para um bom serão entre amigos.

(+) localização
(+) decoração
(+) programação musical
(=) preço
(=) local para fumadores

Rua das Oliveiras n.º83, Porto
website

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Rita Redshoes @ Cine Parque de Vizela

A Câmara Municipal de Vizela promoveu o concerto de Rita Redshoes, no dia 7 de Fevereiro, no Cine Parque da mesma cidade.
Não foi o melhor concerto da cantora mas foi um bom concerto se tivermos em conta o espaço e o tipo de público. Com algumas músicas que não integram o álbum, versões de músicas conhecidas de todos e uma excelente interacção com a plateia, animou um público diferente do habitual nos seus concertos.
É de louvar a iniciativa da Câmara Municipal que promoveu um concerto de qualidade com um grande nome da nova música portuguesa e com entrada livre (iniciativa pouco habitual nas cidades vizinhas).

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Kaiser Chiefs @ Coliseu do Porto

"What did you learn today?
I learnt nothing
What did you do today?
I did nothing
What did you learn at school?
I didn't go
Why didn't you go to school?
I don't know
It's cool to know nothing"

É assim que começa um dos grandes hits de uma grande banda! É ao ritmo destas palavras que se vê o Coliseu do Porto aos saltos! Um público muito diversificado realça a universalidade desta sonoridade. A energia vinda do palco é contagiante e é impossível ficar parado só a ouvir...
Na apresentação do último álbum da banda - "Off with their heads" - ouviram-se também muitas músicas de álbuns anteriores... Os hits que os lançaram para o estrelato e aqueles que toda a gente trauteia muitas vezes sem conhecer a banda. E tudo isto em pouco mais de 80 minutos (pouco tempo para quem assistiu, todos queríamos mais)... Mas valeu pela presença fantástica da banda em palco e pela genial interacção com o público.
A primeira parte pertenceu aos Dananananaykroyd, uma banda escocesa que não conhecia, de todo! Mas foi uma agradável surpresa... Num concerto curto (muito curto), apresentaram um conjunto de músicas com uma grande batida. Num conceito diferente, com duas baterias em simultâneo e muita energia deixaram o público com água na boca...

domingo, 18 de janeiro de 2009

The Curious Case Of Benjamin Button


"Sinopse: “Eu nasci sob circunstâncias pouco usuais". É assim que começa "O Estranho Caso de Benjamin Button", adaptado a partir da história de F. Scott Fitzgerald, sobre um homem que nasce com oitenta anos e regride na sua idade: um homem, como qualquer um de nós, que é incapaz de parar o tempo. O filme conta a história de Benjamin e da sua "viagem" fora do comum, das pessoas e lugares que descobre ao longo do seu caminho, dos seus amores, das alegrias da vida e da tristeza da morte, e daquilo que dura para além do tempo."

Um estranho e longo filme...estas características são particularmente evidentes quando se vê o filme numa sessão da meia-noite...
Não estava a contar mas acabei por gostar bastante do filme. Enervava um pouco os suspiros que se faziam no cinema quando o Brad Pitt aparecia na idade intermédia, mas felizmente foi durante pouco tempo.
Não li o livro que deu origem, mas acho que explorou bastante a parte idosa da história e pouco a parte jovem, mas se calhar isto ainda dava um filme muito mais longo. Críticos disseram que havia quem achasse o filme aborrecido por ser narrado, mas acho que estava bem.

Não sei se ainda vou a tempo, mas aconselho. Deixo-vos com o trailer.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Blindness

Começando pelo título... Fiquei indecisa se o correcto seria "Ensaio Sobre a Cegueira" ou "Blindness". Não sou grande fã de títulos traduzidos, mas não consigo decidir qual é o original uma vez que vou falar do filme... Talvez "Blindness"... Se considerar este o título original, sempre posso dizer que se fez uma tradução genial para português! Acontecimento raro nos nossos dias...
O filme está muito bom! Não conhecia a história (apesar de ser fã de Saramago, ainda não li o "Ensaio Sobre a Cegueira") mas gostei do que vi no ecran. Não posso falar da colagem ou distanciamento ao livro por isso comento apenas o filme.

"Sinopse: Uma inédita e inexplicável epidemia de cegueira atinge uma cidade. Denominada de “cegueira branca”, já que as pessoas atingidas passam a ver apenas uma superfície leitosa, a doença surge inicialmente num homem no trânsito e, pouco a pouco, espalha-se pelo país. À medida que os afectados são colocados em quarentena e os serviços oferecidos pelo Estado começam a falhar as pessoas passam a lutar pelas suas necessidades básicas, expondo os seus instintos primários. Nesta situação a única pessoa que ainda consegue ver é a mulher de um médico (Julianne Moore), que juntamente com um grupo de cegos tenta encontrar a humanidade perdida."

É um filme invulgar! A história é única (mais ninguém se lembraria de uma coisa assim). A transposição do conceito para a imagem está bem conseguida. Recheado de imagens fantásticas e pormenores brilhantes (em ambos os sentidos do termo), Fernando Meirelles conseguiu passar uma grande carga depressiva sem cansar o espectador. A história não se torna mais leve, não perde nada da força da mensagem, mas torna-se mais fácil de ver.
Quem gosta de ver para além da tela, encontra neste filme um retrato hiperbolizado da sociedade, o destino fatal para onde caminha de olhos fechados e a solução para o caos.
Apesar das muitas críticas negativas, eu considero um bom filme.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Flower Power

Acontece com alguma frequência no n.º 2 do Largo Prof. Abel Salazar, no Porto. Talvez seja mais fácil de encontrar se souberem que é no edifício do ICBAS. Volta-se atrás no tempo e revive-se a fantástica década de 60. O ambiente é de paz, descontração e muita alegria... O átrio da faculdade transforma-se numa pista de dança cheia de cor e música bem animada como é típico da época que se pretende reviver. É uma festa académica, das mais badaladas da Universidade do Porto, que retrata na perfeição o espírito icbasiano.
Realiza-se várias vezes no ano: semana de recepção ao caloiro, natal, carnaval, páscoa... e a entrada tem um custo aproximado de 3 euros para alunos do ICBAS e 5 euros para o público em geral, com pré-venda no ICBAS.

(+) festa temática.
(+) ambiente familiar e muito animado, gente simpática.
(+) boa música.
(-) entrada paga e limitada ao espaço disponível.